Curso de formação actores

Inscrições Abertas 2017/2018

Este curso contempla o domínio das artes de palco, numa prática de educação artística generalizada: corpo, movimento e voz.
O objectivo deste curso é desenvolver nos participantes um conhecimento da prática teatral. Serão desenvolvidos um conjunto de trabalhos relacionados com o corpo, a dança, a expressão corporal, a voz, a improvisação, processos criativos e interpretativos.
O curso é dirigido tanto a quem pretende ter uma formação base em teatro, como a quem tenha interesse ou curiosidade pela área.

Idade mínima: 18 anos
Duração: Outubro 2017 a Julho 2018
Horário: quartas e quintas-feiras das 20 às 23 horas

 

Movimento/Dança:
Ser actor é ser capaz de utilizar todas as capacidades expressivas do corpo, desde a voz à expressão facial e até aos mínimos detalhes do movimento do corpo. Neste módulo os alunos terão a oportunidade de desenvolver o seu potencial físico e qualidades criativas para que possam mais tarde vir a ser aplicados na construção da personagem.
O domínio do movimento abrange questões de natureza técnica e questões de natureza artística que se interligam constantemente. A capacidade motora depende de factores como alinhamento dos segmentos corporais, flexibilidade, relaxamento, coordenação, energia, desenvolvimento muscular, resistência aeróbica. Esta consciência física é o terreno a partir do qual se constroem os níveis expressivos do movimento tais como dinâmica, ritmo, espontaneidade, criatividade, versatilidade, projecção artística.

Estudo da voz:
Experimentar diferentes sonoridades a partir da ressonância corporal, aprender os ritmos e as articulações vocais, localizar a projecção da voz no espaço e as velocidades e desenvolver a capacidade de rentabilizar a voz.
a) aprendizagem e repetição de um “alfabeto” de acções físicas precisas(acções que mobilizam todo o corpo e que activam os impulsos vocais).
b)“abertura” vibratória da voz através de “viagens vocais” colectivas e individuais.

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Técnica de Alexander: Esta técnica não está apenas relacionada com postura ou relaxamento, é um trabalho que proporciona ao actor os meios para prevenir, de forma consciente, as reações habituais e automáticas que possam interferir no seu desempenho e crescimento. Quando livre destes padrões habituais de tensão, aprende-se a reagir sem medo e a expressar-se de forma mais criativa. Tornamo-nos conscientes de como funcionamos enquanto indivíduo e também capazes de observar e expressar as diferenças entre nós mesmos e a personagem que interpretamos.

 

Direcção e concepção cénica:
Conceitos e técnicas com base na prática teatral, empregando um conjunto de exercícios previamente identificados. Estes exercícios tendem a confrontar o aluno com o trabalho de concepção e estimular o amadurecimento de um discurso artístico próprio. Consolidação dos conhecimentos adquiridos ao nível da interpretação de um texto e da construção de personagens. Criação de um tema teatral e respectiva apresentação pública.

Técnicas do actor:
Partindo da noção do corpo como instrumento de trabalho, desenvolve-se um trabalho técnico e sensorial permitindo a procura da verdade nos movimentos que caracterizam acções, explorando sentimentos e a sua transversalidade. Estudos práticos e intensivos do movimento, daquilo que queremos transmitir utilizando tudo o que está ao nível do corpo, mente e espírito.

Dramaturgia:
Análise do texto dramático em estudo, reflexão autor/encenador/público sobre a forma experimental que o texto pode assumir. Trabalhar uma componente prática constituída na elaboração do projecto dramatúrgico elaborado ou escolhido para uma encenação (exercício final).

Professores:

Módulo Movimento:

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Fui Garrido, interessa-se pela performance e na sua capacidade de traduzir a sua história pessoal em objecto de palco. O seu trabalho artístico contém sempre um humor subversivo e uma espécie de poesia bruta. A fragilidade e intimidade do ser humano e dos seus relacionamentos e sentimentos, é o ponto de partida da maioria dos seus trabalhos, mas também se interessa em como o corpo e o movimento possam ser livres interpretações de figuras heróicas, actores em “over acting and over reacting” ou concertos de rock. Como coreógrafo ele criou os seguintes duetos: ” I WANT MORE FANS YOU WANT MORE STAGE” com António Pedro Lopes (2008),  ” a couple dance” com Mia Habib (2009),  “Still Difficult Duet” (2007) e ” Still Standing You”(2010) com Pieter Ampe. Criou o seu primeiro solo ” GO JOHN” em 2011 e estreou “BEST BEAST” em Janeiro de  2012, a sua primeira peça como coreógrafo. Estreou também em Maio de 2012, a peça ” A COMING COMMUNITY”, uma colaboração com Hermann Heisig, Nuno Lucas e Pieter Ampe. Colaborou com Paula Diogo, Cláudia Gaiolas e Jan Machacek, para a instalação “Try Romance” que teve estreia em Novembro de 2013 em Marselha Capital Europeia da Cultura, e em 2015 cria “Bits and Pieces put together to present a semblance of a whole” para o grupo BTB na TanzHaus Dusseldorf. Ministrou workshops em Portugal, Itália, Suécia, Noruega e Alemanha. Ele é director do festival A PORTA, um festival multidisciplinar que ocorre em Leiria e colabora com o festival TREMOR em São Miguel, Açores.

Módulo Estudo da voz:

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Diogo Bach, mestre em Teatro, especialização em Artes Performativas (Teatro Música), pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Tem o Curso de Canto da Escola de Música do Conservatório Nacional, onde estudou com António Wagner Diniz, certificou-se com o 8º grau da Trinity College London em Teatro Musical com Distinção, após conclusão do curso de Teatro Musical da EDSAE. Vocalmente, estudou, também, com Helena Vieira, Rui Baeta, Maria Repas Gonçalves, e trabalhou, ainda, pontualmente, técnica com Pierre Mak, em canto lírico, com Mary Setrakian, em canto moderno, e com Adam Pettigrew, em técnica e repertório de teatro musical. Musicalmente, integrou, entre 2009 e 2013, o coro Jovens Vozes de Lisboa, onde foi dirigido por Nuno Margarido Lopes, Francisco Sassetti, Paulo Vassalo Lourenço e pela soprano Helena Vieira, com quem iniciou técnica vocal. Como coralista das JVL, atuou em alguns dos mais prestigiados locais do país – Grande Auditório do Centro Cultural Olga do Cadaval, Assembleia da República, Grande Auditório da Culturgest, Campo Pequeno, Mosteiro dos Jerónimos, Teatro Nacional de São Carlos, Festival ao Largo (representando o TNSC), Aula Magna, Museu EDP, Centro Cultural de Cascais – e colaborou com artistas de renome como, Helena Vieira, Ana Paula Russo, Maria Luísa de Freitas, Bernardo Sassetti, João Grosso, Rita Ribeiro, Nuno da Câmara Pereira, Ricardo Soler e Moullinex. Participou, também, nas edições de 2013 e 2014 dos Concertos Participativos da Fundação Calouste Gulbenkian, dirigidos por Paul McCreesh. No Teatro, estreou-se profissionalmente em 2012 no musical infantil A Estrela, no Teatro Maria Vitória. Trabalhou com Rita Ribeiro, Ricardo Gajeiro, Ana Borralho & João Galante, Carlos J. Pessoa, Claudio Hochman, Sofia Ângelo, Ruben Saints, Ricardo Neves-Neves, Fernando Gomes, entre outros, e mantém, atualmente, atividade regular com a companhia do Teatro Infantil de Lisboa. Em 2016 ganhou o prémio de Melhor Interpretação Masculina no Concurso Nacional de Teatro, pela participação na peça O Bicho do Teatro, de Sofia Ângelo.

Técnica de Alexander:

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Lígia Teixeira, é licenciada em ciências farmacêuticas pela universidade de Lisboa e foi professora de biologia e saúde em várias escolas secundárias do distrito de Setúbal. Formou-se como professora de Técnica de Alexander em 2013-2016 em Barcelona, com Nica Gimeno, e com Ona Mestre estudou Dança criativa – corpo, consciência, energia em movimento. O interesse pelo movimento interno conduziu ao estudo e formação em Biodinâmica craneosacral, com Carme Renalias, também em Barcelona. Ultimamente tem estudado mais profundamente o trabalho com grupos de alunos com Bruce Fertman. Tem desenvolvido trabalho com alunos em aulas individuais em Barcelona e Setúbal.

Dramaturgia contemporânea e interpretação (criação):

Rui Neto, nasceu em Lisboa em Junho de 1979. Licenciado em Teatro/Formação de Actores, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Mestrado em Ciências da Comunicação – Comunicação e Artes – pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa. Em 2010, foi um dos actores seleccionados para a XIX edição da Nova École des Maîtres. Estreou-se como actor, em 1999, com o espectáculo O Achamento, uma encenação de Madalena Wallenstein. Desde então, trabalhou com encenadores como João Garcia Miguel, Joaquim Benite, Carlos J. Pessoa, Carlos Gomes, Celso Cleto, Matthew Lenton, Álvaro Correia, João Mota e João Lourenço. No cinema participou em Mistérios de Lisboa, de Raul Ruiz e na curta-metragem de Inês Oliveira O Nome e o N.I.M.. Em televisão, tem integrado regularmente os elencos de novelas e séries para os diversos canais nacionais. Tem desenvolvido, paralelamente ao trabalho de actor, projectos na área da escrita e criação teatral, com os espectáculos Luto, Worms (financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian 2013) e Mechanical Monsters(financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian 2015), tendo com estes projectos integrado a programação de diversos teatros e marcado presença nos festivais FITEI e Temps d’Image. Encenou Huis Clos, de Jean-Paul Sartre e A Cabeça Muda, de Cláudia Lucas Chéu (financiado pela GDA e pela Direcção Regional de Cultura do Algarve). Autor do livro Luto / Worms, os seus primeiros textos para teatro, pela editora Caleidoscópio em 2015.

Módulo Interpretação e corpo

Eduardo Frazão

Eduardo Frazão, nasceu no dia 22 de Novembro de 1977 em Lisboa.
Iniciou a sua formação como actor em 1993 com António Feio e em 1996 decide fazer a licenciatura em estudos teatrais em Évora. Como actor profissional inicia-se em 1998 com a companhia PIM ! TEATRO e é em Évora também que leva a cena a sua primeira encenação, a partir do texto de Spelling Bee de Phillip Vassalo. Desde 1996 tem pisado os palcos de teatro de Norte a Sul do País com a média de 2 peças de teatro por ano. Até 2013 era no Teatro e sobretudo no Cinema que o ator tinha a visibilidade do grande público e o respeito dos profissionais de ambos os sectores. Na TV a visibilidade e reconhecimento do público em geral pelo seu trabalho surge com a Série “Filhos Do Rock” da autoria de Pedro Varela para a RTP 1.
Pela sua entrega e excelência na interpretação com o personagem João Miguel Prazeres, (Garrafa) em “Os Filhos do Rock” o ator foi galardoado com o Prémio Lumen 2014 na categoria de ator revelação. No cinema trabalhou com realizadores como: Joaquim Leitão em “20-13”, Fernando Vendrell em “O Jogo Da Glória” com Bruno Canas e Filipe Homem Fonseca em “Má Onda” com Paolo Marinou Blanco em “Mudar de vida”, com N.J. Silva em “Gotas de Alma”, com Hugo Diogos em “ Tempo de duas músicas” com Zézé Gamboa em “O Grande Kilapi” com Jorge Cramez em “Feliz Aniversário”, “X” e em “O Capacete Dourado”. No Cinema foi distinguido em 2007 com o prémio de melhor actor, no XI Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira, pelo seu desempenho na longa-metragem “O Capacete Dourado”, e que o levou ao Festival del Film de Locarno. A Sua Interpretação no Filme valeu-lhe ainda nesse ano a nomeação para o Globo de Ouro – na Categoria melhor actor cinema.

Módulo concepção cénica direcção e dramaturgia:

João Rosa, entre 2001 e 2005 dirigiu o Fórum Cultual onde produziu, criou peças de cariz experimental enquanto ator e encenador, performances como “Zé das Couves” comédia musical de cariz popular, “Chapelinho Rosa Shock” teatro infantil musical baseado na história do Capuchinho Vermelho, “As Férias” teatro mudo(performance teatral de rua) e “Brain Storm” baseado nos textos de William Shaskespeare, Oscar Wilde, Eurípedes e Brecht e “Os bonecos” de Almada Negreiros. Nesse mesmo ano encenou o espetáculo “E Sexo?! Não se fala de Sexo? …” baseado no livro de Isabel Stilwell (Guia para ficar a saber ainda menos sobre as mulheres) no teatro da Trindade sala estúdio. Em 2006 criou a peça com objetivos de itinerância, “Desassossego” uma comédia sobre as relações amorosas, estreou no Auditório do IPJ Parque das Nações passando por Viseu, Leiria, Azambuja, Covilhã, Lagos, Benavente, Beja, Portalegre, Setúbal, Entroncamento, Vila Franca de Xira e Abrantes. Enquanto docente encenou os seguintes trabalhos: “A Enfermaria” uma ideia a partir do filme “Voando sobre um ninho de cucos”, “Dissonâncias Instaladas” de Hélder Costa e Rodrigo Corte, “Degraus” baseado nas vivências dos participantes das oficinas de Teatro sénior, “Os Miúdos” uma reflexão sobre o sem-abrigo, “A Varanda de Frangipani” de Mia Couto, “Zibaldone” adaptação teatral de vários autores da poesia portuguesa, “Salomé” de Oscar Wilde, “Peer Gynt” de Henrik Ibsen, “Grupo de Vanguarda” de Vicente Sanches, “A vida é sonho” de Calderon de La Barca, “Romeu e Julieta” de William Shakespeare. No Teatro Nacional São Carlos, participou na Opera “Salomé”, “Siegfried” conjunto da tetralogia de Wagner temporada 2008/2009, “Die Walkure” de Richard Waguer e “Maria de Buenos Aires” opereta de Astor Piazzolla temporada 2006/07. Em trabalhos de produção própria criou “Galgar com tudo por cima de tudo” de Fernando Pessoa e Álvaro de Campos na Comuna Teatro de Pesquisa e está em digressão Nacional (2013/2015), “Ode Marítima” Fernando Pessoa/Álvaro de Campos no Auditório Camões (2012-1013), “O crime de Aldeia Velha” Bernardo Santareno Palácio da Independência (2011), “A casa de Bernarda Alba” Federico Garcia Lorca Palácio da Independência (2010), “O café” de Carlo Goldoni no teatro A Barraca (2009) e “Antes de começar/os bonecos” de Almada Negreiros um espectáculo itinerante Lisboa, Peniche e Viseu (2005).

Módulo técnicas e direcção do actor:

Catarina Gonçalves, desde a sua estreia em televisão em 2003, participou em séries e telenovelas – Ana e os 7, Morangos com Açúcar, Mistura Fina, Serranos, Bando dos 4, Tu e Eu, Floribela, Chiquititas, Feitiço de Amor. No teatro em 2015 protagonizou o monólogoGalgar Com Tudo Por Cima De Tudo de Fernando Pessoa e Álvaro de Campos no Teatro da Trindade na Sala Principal (reposição). Participou em A Vida é Sonho de Pedro Calderon De La Barca (Nov. e Dez de 2014) encenado por João Rosa, ainda em 2014 levou o monólogo por si interpretado ao pequeno auditório do Rivoli Teatro Municipal no Porto e à sala do Teatro Sá Da Bandeira em Santarém. Em 2013 estreia o monólogo Galgar Com Tudo Por Cima De Tudo de Fernando Pessoa e Álvaro de Campos na Comuna teatro de Pesquisa encenado por João Rosa. Em 2010 A Casa de Bernarda Alba Texto de Federico Garcia Lorca, no Palácio da Independência em Lisboa encenado por João Rosa. Participou também em O Professor de Darwin de Hélder Costa, no Teatrocinearte A Barraca; Antes de Começar de Almada Negreiros (digressão nacional); Desassossego de João Rosa e Catarina Gonçalves no IPJ Parque das Nações e digressão nacional.
Estreia-se em Teatro com a peça E Sexo? Não se Fala de Sexo? de Isabel Stilwell, no Teatro da Trindade.
Como locutora dá voz a inúmeros spots publicitários para rádio, televisão, cinema e internet. Foi voz institucional da Rádio Europa.
Dirige várias oficinas e workshops de teatro a crianças, jovens e adultos.
Nos últimos anos tem a seu cargo a direcção de actores do curso de formação de actores da Oficinas Teatro Lisboa na Casa do Artista.

Local de Formação: Casa do Artista, morada: Estrada da Pontinha nº7. 1600-582 Lisboa

Projectos do curso e apresentações: Serão desenvolvidos vários projectos onde são aplicados os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. São projectos de investigação/criação que culminarão com um exercício/espectáculo final.

Apresentação Final: Julho de 2018
Custo da Matrícula: 20,00€
Preço do curso:
€1.200,00
Modo de pagamento:
Pagamento total a pronto pagamento ou prestações mensais.
(No caso de efetuar pronto pagamento beneficiará de um desconto de 10%).

Inscrição:
Para realizar a sua pré-inscrição envie um e-mail para a nossa produção solicitando a ficha de inscrição, assim se iniciará o seu processo de inscrição.

Nota: Após a inscrição os interessados serão alvos de uma entrevista/prova de selecção.

Contacto: geral@oficinasteatrolisboa.com
Telm:­ +351 934 512 418 

No final do curso será entregue um certificado e avaliações finais.

Coordenação Geral: Catarina Gonçalves

2 thoughts on “Curso de formação actores

  1. O meu “eu”consciente

    Um extraordinário exercicio e uma excelente peça de teatro.
    Uma peça lindissima muito actual,muito bem estudada e muito bem conseguida.
    Os alunos demonstraram uma enorme capacidade de execução,uma sintonia perfeita com todos os ensinamentos adquiridos durante o curso,sentiu se tambem um enorme amor ,respeito,carinho e humildade por aquilo que todos acreditamos ,o teatro.
    Em alguns momentos me vieram as lagrimas aos olhos ,ao ver estes pequenos actores cheios de garra e de amor por esta arte .
    Estão todos de parabens ,toda a tua equipa ,estão tambem de parabéns por dignificarem esta preciosa arte e por serem excelentes mestres
    que todos nos devemos orgulhar.
    Agora vai um abraço para ti João Rosa e toda a tua equipa,e tambem vai um abraço para os meninos que me fizeram chorar pelo seu talento,pelo seu trabalho e por levarem muito a serio todo os teus ensinamentos.
    Estás de parabéns João.

    Rui capicho

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