EM AGENDA |

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Laboratório Teatral com o actor e encenador Rui Neto

De 18 de Junho a 5 de Julho 2019

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Introdução:
A Oficinas teatro Lisboa lançou ao actor e encenador Rui Neto o desafio de criar um Laboratório Teatral. Durante três semanas os participantes irão viver Teatro passando por diversas fases do trabalho base do actor, a desinibição, a improvisação, os jogos de confiança e criação e montagem de uma performance que, será apresentada no último dia de formação, a qual reunirá a aprendizagem de todo o processo formativo. Esta acção é dirigida a todos as pessoas interessadas em aprofundar, reciclar ou até mesmo conhecer os meandros “do fazer e descobrir o teatro”, através dos conhecimentos de um dos actores mais completos da sua geração. Lembramos que o Rui Neto nos últimos anos criou os espetáculos, Worms, Mechanical Monsters, HuisClos, Breviário para um Extermínio Silencioso, Neptuno, Catch My Soul, Välute, O Crocodilo e 3GODS.

Durante três semanas intensas, o ator Rui Neto pretende explorar com os participantes desta aventura um programa desafiador.

Cartaz

WORKSHOP LEITURAS ENCENADAS COM O ENCENADOR JOÃO ROSA

Dias 8, 15, 22, 29 de Junho 2019

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Workshop de Voz e dicção

Dias 15,16 e 17 de Maio de 2019public-speaking-yikesA utilização correcta do aparelho vocal é fundamental, devemos utilizá-lo sabiamente, contudo nem sempre sabemos como fazê-lo na prática. A voz é entendida como reflexo da nossa personalidade, esta transporta ideias e emoções que pretendemos comunicar com nitidez, de modo a que o nosso ouvinte/auditório a entenda com clareza.

Workshop Leituras Encenadas com o ator Alberto Quaresma

Dias 4, 11, 18 e 25 de Maio 2019

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Neste Workshop vamos explorar as potencialidades da voz e da leitura em voz alta. A partir de um género literário escolhido pelo formador, inicia-se o processo de reavivar o prazer pela leitura e superar a barreira entre ler para nós e ler para os outros. 

A partir da leitura expressiva vamos dar voz e corpo às palavras escritas e perceber a força das palavras ditas e interpretadas.
Palavra na boca, palavra na cabeça e melhorar a escuta.
As Palavras precisam de corpo e os livros precisam de vida.

Horários: 
Das 10h:00 às 13h:00.

Workshop À Descoberta do Teatro com o encenador João Rosa

Dias 13 e 14 de Abril 2019

Quer experimentar teatro?
Quer experimentar teatro de uma forma intensiva?
Há anos que adia uma inscrição numa atividade teatral?

Venha descobrir o teatro! Venha descobrir-se!

Workshop de voz e dicção com o encenador João Rosa

Dias 14, 15 e 16 de Novembro de 2018

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Workshop À Descoberta do Teatro com o actor Eduardo Frazão

27 e 28 de Outubro 2018

Quer experimentar teatro?
Quer experimentar teatro de uma forma intensiva?
Há anos que adia uma inscrição numa atividade teatral?

1055316.jpgVenha descobrir o teatro! Venha descobrir-se!

19ª Edição, Setembro 2018 a Janeiro 2019

Oficina teatro

Duração:
Setembro 2018 a Janeiro de 2019 

Horário: segundas e terças das 20h:00 às 22h:00

Formadores: Catarina Gonçalves e João Rosa

Workshop À Descoberta do Teatro com o actor Eduardo Frazão

22 e 23 de Setembro 2018

Quer experimentar teatro?
Quer experimentar teatro de uma forma intensiva?
Há anos que adia uma inscrição numa atividade teatral?

Venha descobrir o teatro! Venha descobrir-se!

WORKSHOP DE TEATRO

Com o encenador João Rosa

De 28 a 31 de Agosto 2018

WORKSHOP DE VOZ E DICÇÃO

Dias 30, 31 de Julho e 1 de Agosto 2018

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Formador: João Rosa Certificado nº EDF 42426/2004 DL

Oficina da Voz

De 16 a 26 de Julho 2018

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Formador:
João Rosa (ator e encenador)
Modelo formativo criado por João Rosa Certificado nº EDF 42426/2004 DL

ALBA

 Introdução
Apresentámos como projeto final de curso, ao nosso elenco, A Casa de Bernarda Alba de Federico Garcia Lorca, um clássico contemporâneo incontornável, foi o que pensaram os nossos finalistas e quanto a isso não existiu qualquer dúvida. 

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Sinopse
Tudo se passa numa casa peculiar, uma família de mulheres/homens ou mulheres e homens, solitárias(os) controlados por uma tirania, Alba. 

Formadores: Catarina Gonçalves e João Rosa

Versão cénica e encenação
João Rosa
Direção de atores
Catarina Gonçalves
Elenco
André Campaniço, Carla Cardoso, Fábio Ramos, Francisca Silva, Joana Mata, José Maria Almeida, José Fonseca, João Senna e Sofia Carvalho.

Laboratório Teatral com o ator Manuel Coelho

De 2 a 13 de Julho 2018

Introdução:
A Oficinas teatro Lisboa lançou ao ator Manuel Coelho o desafio de criar um Laboratório Teatral. Durante duas semanas os participantes irão viver Teatro passando por diversas fases do trabalho base do ator, a desinibição, a improvisação, os jogos de confiança e criação e montagem de uma performance, que será apresentada no último dia de formação, a qual reunirá a aprendizagem de todo o processo formativo. Esta ação é dirigida a todos as pessoas interessadas em aprofundar, reciclar ou até mesmo conhecer os meandros “do fazer e descobrir o teatro”, através dos conhecimentos de um dos atores mais versados no meio artístico. Lembramos que o ator Manuel Coelho está ao serviço do Teatro Nacional D. Maria II há 40 anos.

O ator pretende explorar com os participantes desta aventura num programa desafiador durante duas intensas semanas.

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FÉRIAS DE VERÃO WORKSHOP ARTES PERFORMATIVAS CRIANÇAS E JOVENS

O teatro/Arte está em todo o lado e não somente numa sala de teatro convencional, onde se desenvolve o “teatro”.

Férias de Verão Tapada da ajuda

INSCRIÇÕES ABERTAS VERÃO 2018

Local de Formação:
Instituto Superior de Agronomia, Tapada da Ajuda | 1349-017 Lisboa. Entrada pela Calçada da Tapada. Entre Monsanto e Alcântara (próximo do Largo do Calvário e ao lado da Ponte 25 de Abril).

WORKSHOP LEITURAS ENCENADAS COM O ATOR MANUEL COELHO

Dias 2, 9, 16 e 23 de Junho de 2018

Foto final

O Fim da Espécie Humana

24 JUN 2018 às 18h:00
25 e 26 JUN 2018 às 21h:00

Este ano a nossa proposta teatral insere-se no género teatro do absurdo, do surrealismo, o anti-teatro com influência do expressionismo.

A partir dos nossos devaneios, críticas e inquietudes nasce uma dramaturgia com base num trabalho coletivo, assentando em ideias controversas, resgatando excertos de outros textos criados e trabalhados com este mesmo grupo de trabalho.

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O Fim da Espécie Humana
fala da nossa constante vulnerabilidade, da indiferença emocional, social e ambiental. Fala também do ritmo, principalmente na velocidade dos nossos pensamentos, da vida, da nossa e da dos outros. O medo e a inquietude perante o desconhecido quando se ousa pensar no nada a partir do nada e como a fruição da imaginação pode convergir na lógica e não lógica acerca de nós e do mundo.

Texto: Coletivo
Dramaturgia e encenação: João Rosa
Revisão de textos e direção de atores:
Catarina Gonçalves
Vídeo:
OTLFilmes.
Elenco: Beatriz Esteves, Beatriz Mimoso, Catarina Branco, Diana Franco, Joana Amor, Joana Catalão, Joana Pinto, Leonor Azenha, Luís Barbosa, Maria Sousa, Mariana Amaro, Marta Serôdio, Matilde Sousa, Teresa Coelho e Sara Dionísio. 

Workshop À Descoberta do Teatro com o actor Eduardo Frazão

30 de Junho e 1 de Julho 2018

Quer experimentar teatro?
Quer experimentar teatro de uma forma intensiva?
Há anos que adia uma inscrição numa atividade teatral?

Venha descobrir o teatro! Venha descobrir-se!

Mundo Distante

Disponível para digressão

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Ficha técnica e artística:

Encenação, versão cénica e desenho de luz: João Rosa
Texto: Nuno Costa Santos

Interpretes: Eduardo Frazão e Manuel Coelho (gentilmente cedido pelo TNDM II)
Letras slam poetry: Pedro FM da Silva
Músicas slam poetry: Gui Garrido
Fotografia cena: Vitorino Coragem
Produção: Oficinas Teatro Lisboa

Sinopse:
Pai e filho, ao passarem os dois para uma situação de desemprego, vão viver juntos para um apartamento barato nos subúrbios, onde podem dividir as despesas. É como se estes dois animais humanos da mesma família tivessem sido obrigados a viver numa gruta pelas circunstâncias da vida. Durante a sua convivência, descobrem diferenças pessoais e geracionais que os afastam. Diferenças em diferentes questões. Os dois animais, até ali amansados pela civilidade, tornam-se macacos à solta e em guerra. Bestas que disputam o mesmo osso. Ao mesmo tempo há um conjunto de ressentimentos antigos que vêm ao de cima nesse processo de disputa territorial, em especial do filho em relação pai, classificado como ausente e negligente na sua função paterna, ao longo dos anos. Um espetáculo sobre dificuldades materiais, cada vez mais extremas, numa situação-limite, e
sobre relações familiares por resolver e não-ditos por verbalizar – e explodir.

Crítica de: Rui Monteiro (TimeOut)
Um Pai grande parte da sua vida ausente e um filho marcado por essa ausência. Juntam-se os dois, por força das circunstancias no mesmo espaço, durante um período razoável de tempo, e é uma tempestade à espera de acontecer. E acontece. Não uma borrasca, súbita e arrasadora e catártica. Antes uma tempestade mansa, urdida em lume brando. A culpa é da crise que destrambelhou a vida a muita gente e ainda não deu descanso a ninguém. Estes dois (Manuel Coelho e Eduardo Frazão), pai e filho no desemprego, não se sabe bem como levados a viver e dividir despesas em casa minúscula e baratucha e distante do centro, depois de se reencontrarem nas redes sociais após longa separação, são um exemplo de algumas das voltas dadas pela sociedade na última década, peneiradas por uma leitura lúcida, embora a dar para o psicanalítico. Os pertences são poucos; a bagagem de culpa e vontade de ajuste de contas, contudo, pesa e determina este texto de Nuno Costa Santos (n. 1974), que, cedo, se torna previsível – o que nem sempre é um defeito. A encenação de João Rosa consegue, a espaços, contornar essa previsibilidade, introduzindo na estrutura de quadros da sua dramaturgia, como uma espécie de coro grego, a musica de Gui Garrido e a poesia “slam” de Pedro FM da Silva: umas vezes como conclusão, outras para forçar a reflexão, lembrando que em cena não está apenas uma história. Está também – formulado, pelo menos – o desejo de enfrentar o presente, observá-lo, desfiá-lo quando necessário, o que é bastante bem transmitido pelo trabalho dos atores. Manuel Coelho e Eduardo Frazão são a mais valia desta produção da Oficinas Teatro Lisboa. Sem a precisão do seu trabalho dificilmente seriam distinguidos os diferentes propósitos e as reais intenções das personagens; mais baço ficaria o subtexto; menos convincente seria a sua disputa física e territorial, isto é, a sua regressão a um estado quase primal, praticamente instintivo, próprio da necessidade de sobrevivência, que é a substancia moral da peça.

Crítica de: Gisela Pissarra (Sábado)
Mundo Distante, em cena na Comuna, com encenação de João Rosa, é uma incursão de Nuno Costa Santos. Conta-se a história de pai (Manuel Coelho) e filho (Eduardo Frazão) – apartados cedo na vida por um divórcio nebuloso -, que vão viver juntos numa altura de desemprego dos dois. São desconhecidos a partilhar espaço, que, por meio de diálogos bem construídos, vão pendurando a sua estranheza entre entrevistas de emprego, bizarrias do mercado de trabalho, memórias do passado, perplexidades do presente, diferenças geracionais e o inevitável embate nascido da mágoa pelo abandono precoce. No meio da conversa corriqueira que, como quem não quer a coisa, desvela crises sociais profundas e o “ar do tempo”, surgem referentes do autor, como a música e a poesia (da excelente slam de Silva O Sentinela, a outros versos) – uma opção que enriquece, de facto, o contexto, dando ao espectáculo certeiros momentos de respiração, meditação e brilho.

Comentário: Jorge Carvalho, espectador atento.
É na vertigem dos dias que conhecemos a intimidade do mundo. Enquanto andamos por aí a procurar qualquer coisa, a querer qualquer coisa, a preencher qualquer coisa, nunca damos por nada. O mundo que queremos próximo é uma fantasia coletiva, uma construção. Mas quando nos desequilibramos, descendemos pelo poço iniciático e aprendemos a intimidade do mundo. É este o “Mundo Distante”, aos olhos deste vosso amigo, onde temos tempo para o nosso tempo. No mundo imposto não há tempo para nada, nem para ninguém – novos ou velhos. E apesar da ilusão, a velocidade aumenta sempre que alguém julga tê-la superado e apanha-nos na curva. Da autoria de Nuno Costa Santos, encenação de João Rosa, com Eduardo Frazão e Manuel Coelho, Mundo Distante não é uma guerra geracional, é uma consciência de que estamos todos do mesmo lado e que somos apanhados por uma avalanche que traz à superfície aquilo que ela tanto tentou esconder. A peça merece mais datas, depois de ter estado na Comuna durante o mês de novembro. A encenação acompanha o despertar da consciência e navega entre as clivagens do tempo, do espaço e entre os limites do cliché, do estereótipo, num truque arriscadíssimo. E é aqui que está a genialidade literária de Nuno Costa Santos. Sem artifícios, só com a realidade, com o grão da terra. As personagens circulam por um cenário que se vai destapando e cobrindo como numa noite mal dormida. A iluminação revela a intimidade das personagens e aproxima-as. A slam poetry leva-nos para fora do cenário e aproxima-se de Ramos Rosa por ir ao osso.
Saí de Mundo Distante com a sensação de que não há nada para dizer. Porque o humor era reconfortante e o choque não era senão a tragédia dos dias comuns.

Comentário: Teresa Correia, espectadora atenta.
Um retrato muito interessante de várias problemáticas do seculo XXI ou até de todos os tempos. Os (novos) modelos familiares, as tensões geracionais e sobretudo os actuais modelos de comunicação (e linguagem) condicionados pelas tecnologias, que inicialmente intimidam o pai para mais à frente na narrativa se render a eles. Toda aquela narrativa poderia estar a acontecer na nossa sala de estar. Belo texto, diálogos no tom e na medida certa e fantásticos actores.

Estreia nacional na Comuna Teatro de Pesquisa (Praça de Espanha) a 3 de Novembro, estando em cena até 26 de Novembro 2017 de Quarta a sábado às 21h:30 e Domingos às 16h:30.

Informações/Reservas:
geral@oficinasteatrolisboa.com | Tel: 934 512 418

Cada criação é uma viagem por vários universos. Mundo Distante centra-se na reflexão, realça questões nos conflitos pessoais e geracionais, usando o desemprego, uma realidade factual e fraturante na sociedade atual, como pano de fundo, ou seja, observar a convivência de duas pessoas do mesmo sangue e seus antagonismos e cumplicidades.

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Esta narrativa centra-se na guerra entre gerações, de pai e filho, que uma economia em desequilíbrio pode gerar, e os segredos as mentiras que se escondem por trás das suas relações. A ideia fulcral deste espetaculo é a incitação a um ensaio, entre dois seres, pai e filho em situação-limite. Estes dois seres no fundo sentem que fazem parte de uma observação que ambos inconscientemente fomentam, mas as situações de partilha na sua convivência retiram-lhes qualquer discernimento. Um espaço reflexivo, primitivo, atual, provocador e presente, levando o espectador numa imersão ao universo destas personagens, construindo uma proximidade gradativa.

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AFOGADA NA TUA VERGONHA

Disponível para digressão
Estreia nacional na Comuna Teatro de Pesquisa (Praça de Espanha) a 3 de Março, estando em cena até 19 de Março 2017 de Quarta a sábado às 21h:30 e Domingos às 16h:30.

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Sinopse:
Chegou o momento de conter a respiração e submergir numa espiral de tensão interior de duas mentes distorcidas que se confrontam num universo obsessivo, criando um frenético exercício esquizofrénico. Duas personagens dilacerantes vivem um jogo esquisofrenicamente perverso. São dois seres afogados na vergonha de uma sociedade formatada, sem valores e com valores acrescidos numa economia de consumo, do culto da beleza, dos bens e da aparência. Através deste dissonante acontecimento propomos uma metáfora para refletir, quem somos, o que sentimos, o que nos fazem sentir, a incompreensão e conceito de vida, a luta pela razão, os sentimentos, os conflitos, a depressão, tu, eu… quem é que tem a culpa?

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Nota do encenador:
Uma sociedade que vive, consome e consome-se vorazmente, afogando o discernimento. Vive-se no mundo que todos têm razão, mas ninguém ouve, falam todos ao mesmo tempo, afogando a compreensão. Vive-se o belo, o intenso, o frio, o plástico, o frívolo, que de carne e sangue quase nada tem, padroniza-se uma humanidade na qual emergem incongruências, lacunas e carências. E depois? A depressão, os conflitos, a autodestruição…

Fotos ensaio de imprensa: Carlos Almeida

Dramaturgia e versão cénica: João Rosa | AtoresCatarina Gonçalves e Eduardo Frazão | PerformerAntónio Palma | ProduçãoOficinas Teatro Lisboa.

Nota: A nossa estrutura e o espetáculo não têm qualquer apoio financeiro estatal e privado, contando somente com apoios logísticos de entidades institucionais e privadas. cartaz_afogada-na-tua-vergonha

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