EM AGENDA

19ª Edição, Setembro 2018 a Janeiro 2019

 

Introdução:
O objectivo desta formação, em formato de oficina (trabalho prático) é proporcionar ao participante elementos constituintes da representação teatral e movimento contemporâneo, fornecendo bases para que possam criar uma performance partindo de exercícios de improvisação e monólogos, numa primeira fase, e a criação e apresentação e um exercício final exposto ao público, na última fase da formação.

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Explora-se o movimento do corpo através de exercícios que visam aumentar a postura e consciência corporal, solicitando ao corpo actividade, preparação e versatilidade. Desenvolve-se a utilização dos instrumentos, voz e corpo no espaço, fazendo uso da improvisação e criação espontânea, de modo a que o formando experiencie as potencialidades interpretativas e sensoriais. Trabalha-se o corpo em movimento de uma forma construída, organizada, para que possa usufruir da sua liberdade em consciência.

Público-alvo: Com ou sem experiência em teatro, curiosos pelas artes de palco, com idade a partir dos 18 anos de idade. 
Esta oficina destina-se a todos os que procuram libertar-se de uma vida monótona, aumentar a sua auto-estima, adquirir ferramentas que possibilitem melhorias na sua postura física e emocional.

Oficina teatro

Duração:
Setembro 2018 a Janeiro de 2019 

Horário: segundas e terças das 20h:00 às 22h:00

Formadores: Catarina Gonçalves e João Rosa

Investimento:
€ 425,00 (custo total da formação).

Ou
€ 85,00/mês  (Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro de 2018 e Janeiro 2019).

Inscrição:
Envie email a solicitar ficha de inscrição para:  geral@oficinasteatrolisboa.com  

Telm:­ +351 934 512 418

Local de Formação: Casa do Artista
No final da acção será entregue um certificado de presença aos formandos.

Workshop À Descoberta do Teatro com o actor Eduardo Frazão

22 e 23 de Setembro 2018

Quer experimentar teatro?
Quer experimentar teatro de uma forma intensiva?
Há anos que adia uma inscrição numa atividade teatral?

Venha descobrir o teatro! Venha descobrir-se!

A oportunidade de descobrir o seu “eu”, expandindo corpo, espírito e mente. Num ambiente lúdico, mágico, partilhando experiências criadas no momento com o coletivo, vai poder descobrir que somos espectadores e atores. Descobrindo o teatro o ser descobre-se humano. O teatro é a arte de nos vermos, a arte de nos vermos, vendo!

Programa:
Expressão corporal;
Autoconhecimento;
Estímulo de todos sentidos;
Incentivo à criação;
Perceção do “eu” e da autoestima;
Métodos que auxiliam a interpretação e representação de emoções.

Metodologia:
Essencialmente prática (física), variando em momentos teóricos e reflexivos.

Faixa etária:
A partir dos 17 anos.

Caracterização do público-alvo:
Qualquer pessoa que sinta vontade de fazer algo diferente, de sair da rotina, viver uma nova aventura e ter consciência do seu ser, do que somos e daquilo que queremos.

Local de formação:
Casa do Artista, Estrada da Pontinha nº7. 1600-582 Lisboa.

Horário:
10h:00 às 18h:00.

Formador:

Eduardo Frazão

Nº de horas:
13h.

Preço do workshop:
Preço: € 85,00

Inscrição:
Para efectuar inscrição envie um email para:  geral@oficinasteatrolisboa.com

WORKSHOP DE TEATRO

Com o encenador João Rosa

De 28 a 31 de Agosto 2018

Este workshop visa proporcionar ao participante elementos criativos a partir de estímulos vocais e físicos. Fazer com que o interprete se apodere de um espaço e do que dessa vivência possa traduzir-se física e vocalmente. Adquirir, através da repetição de alguns exercícios, noção espacial e das valias que esta poderá capacitar o participante, ganhos e descobertas somente através dos inesgotáveis instrumentos corpo e voz, consciencializar-se das suas ferramentas é um caminho primário e inesgotável não só para o enriquecimento da sua autodescoberta, mas também para que corpo e voz se efetivem como elementos válidos e veículos à criação.

Nestas sessões de trabalho criam-se incentivos ao movimento cénico à envolvência e despretensão que facilitam na criação artística física uma segunda linguagem. Partindo deste processo de trabalho inicia-se uma construção cénica sem artifícios, apenas o corpo e a sua envolvência vocal. Nestes 4 dias haverá lugar à repetição como metodologia para o aprimorar e posteriormente consolidar das descobertas e aquisições fruto desta experiência.

O encenador, neste workshop propõe um processo de trabalho com base na sua última criação “Afogada na tua vergonha” estreado em Março de 2017 na Comuna Teatro de Pesquisa, partilhando algumas metodologias de criação corporal para que todos possam vivenciar um processo criativo e coletivo.

blico-alvo:
Qualquer pessoa que sinta vontade de fazer algo diferente, de sair da rotina, de vivenciar uma nova experiência, é também dirigido a estudantes e profissionais das artes em geral.
Quem pretenda maior e melhor consciencialização e descoberta do seu corpo e voz e de como estes dois instrumentos poderão unir-se ou serem dissonantes ao tema/assunto principal.

Metodologia:
Trabalho essencialmente prático.

Horários:
20h:00 às 23h:00

Dias 28, 29, 30 e 31 de agosto.

Total de horas:
12H.

Local de Formação:
Casa do Artista


Formador:


João Rosa (ator e encenador) Certificado nº EDF 42426/2004 DL
Modelo formativo criado por João Rosa
Autor e intérprete da mais recente produção Espetáculo-Palestra-Performance “Eu tenho Voz” (2016) estreado no Auditório Camões. Evento disponível em itinerância. “A Vida é Sonho”, texto de Pedro Calderón de La Barca que esteve em cena em 2014 na Comuna Teatro de Pesquisa. No final de 2013 criou “Galgar com tudo por cima de tudo” inspirado em textos de Fernando Pessoa e Álvaro de Campos também na Comuna Teatro de Pesquisa e em 2015 no Teatro da Trindade. “Ode Marítima” de Álvaro de Campos no Auditório Camões em 2012 e 2013. “O crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno no Palácio da Independência em 2011. “A casa de Bernarda Alba” de Federico Garcia Lorca, também no Palácio da Independência em 2010. “O café” de Carlo Goldoni no Cine-teatro A Barraca em 2009 e o texto Antes de começar de Almada Negreiros em Peniche e Viseu no ano 2005. “ E Sexo?! Não se fala de Sexo?” baseado no livro de Isabel Stilwell no Teatro da Trindade-sala Estúdio em 2005. Em 2006 criou a peça “Desassossego” uma comédia sobre as relações amorosas no Auditório do IPJ Parque das Nações, esteve em cena em 12 cidades. Entre 2001 e 2005 dirigiu o Fórum Cultural onde produziu e criou peças de cariz experimental e enquanto ator e encenador, desenvolveu performances e espetáculos.No Teatro Nacional São Carlos, como ator, participou na Opera Salomé, Siegfried conjunto da tetralogia de Wagner temporada 2008/2009, Die Walkure de Richard Waguer e Maria de Buenos Aires opereta de Astor Piazzolla temporada 2006/07.

Como formador desenvolve vários workshops, oficinas de teatro e cursos de formação de atores na Oficinas Teatro Lisboa. Tem realizado paralelamente várias ações de voz para empresas como: Grupo Intimissimi e Calzedonia, Fujitsu, TeamView, Ministério da Defesa Nacional, Grupo Jerónimo Martins, Socremo (Moçambique), Colégios Maristas (Brasil), Serviços Sociais Administração Pública e Vantagem + Consultores Formação Lda.

Número de participantes:
15

Preço da ação:
95,00€

Informações/Inscrições/Vouchers:
geral@oficinasteatrolisboa.com

WORKSHOP DE VOZ E DICÇÃO

Dias 30, 31 de Julho e 1 de Agosto 2018

public-speaking-yikesA utilização correcta do aparelho vocal é fundamental, devemos utilizá-lo sabiamente, contudo nem sempre sabemos como fazê-lo na prática. A voz é entendida como reflexo da nossa personalidade, esta transporta ideias e emoções que pretendemos comunicar com nitidez, de modo a que o nosso ouvinte/auditório a entenda com clareza.

O profissional que tem a voz como ferramenta de trabalho deve saber utilizá-la e conhece-la para poder lidar com os problemas que a envolvem, sabendo fazê-lo a voz tornar-se-à um instrumento que poderá trabalhar a seu favor.
A má utilização do aparelho vocal provoca danos aos quais não prestamos a devida importância, tais como, desgaste físico e psicológico, estes condicionam, e muito, a forma como se apresenta o nosso discurso. 

Objectivos:
Experimentar diferentes sonoridades a partir da ressonância corporal.
Aprender os ritmos e as articulações vocais.
Localizar a projecção da voz no espaço e as velocidades.
Desenvolver a capacidade de rentabilizar a voz.

Programa:

I – Postura corporal; o relaxamento; aquecimento muscular.
II – Sons da voz e as variáveis da respiração.
III – Aquecimento vocal e ritmos da respiração.
IV – O valor da palavra, articulação das palavras e o recurso às onomatopeias e lengalengas.
V – Articulação da voz com a mensagem, ritmos do texto através do corpo e do espaço, exercícios de sonoridade e acústica.

Público-alvo:
Consultores, advogados, professores, vendedores e outros profissionais que utilizem a voz na sua actividade profissional.

Nº de horas: 9

Horário:
20h:00 às 23h:00.

Local:
 Casa do Artista (Lisboa)

Formador: João Rosa Certificado nº EDF 42426/2004 DL

Preço: € 75,00

Solicite  ficha de inscrição através do email: geral@oficinasteatrolisboa.com

 

Oficina da Voz

De 16 a 26 de Julho 2018

Sente-se angustiado, nervoso quando tem de falar em público?
Já sentiu a voz embargada em determinadas situações?
Sente que a sua dicção descredibiliza a sua performance?

Estas poderão ser algumas das muitas questões com as quais se interroga. A Oficinas Teatro Lisboa tem uma solução, a Oficina da Voz.

Em que é que consiste a Oficina da Voz?
A consciencialização e várias especificidades da voz são o ponto de partida na procura do conforto vocal, emocional e físico. O conforto e audácia na exposição corporal irá permitir uma maior liberdade no modo de controlar a voz. Imprimir intenções, emoções e entoações são aqui palavras chave importantes durante o processo de trabalho.

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Programa:

  • Relaxamento e respiração;
  • Valorização da palavra e sua articulação;
  • Postura corporal e suas condicionantes;
  • Voz projetada para grandes espaços;
  • Voz projetada para espaços mais pequenos;
  • Postura e projeção da voz com recursos a amplificação;
  • Uso de intenções, emoções e entoações na voz gravada.

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Formador:
João Rosa (ator e encenador)
Modelo formativo criado por João Rosa Certificado nº EDF 42426/2004 DL

Metodologia:

Trabalho essencialmente prático partindo conscientemente do erro até à sua melhoria. Este processo desenvolver-se-á em vários estágios:

  1. Contacto e aceitação da voz e as suas limitações;
  2. Diagnóstico das fragilidades físicas e emocionais com a exposição
  3. Exercícios gravados em áudio e vídeo para análise e correção;
  4. Experimentação de dinâmicas com conteúdos específicos adequados a cada participante.

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Horários:
De segunda a quinta-feira, das 20h:00 às 23h:00

Dias da semana:
16, 17, 18, 19, 23, 24, 25 e 26 de Julho 2018

Total de horas:
24 horas de formação

Número de participantes:
10 

Público alvo:
Consultores, advogados, professores, vendedores, jornalistas, estudantes de comunicação e outros profissionais que utilizem a voz na sua atividade profissional.

Preço da ação:
160,00€

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 Introdução
Apresentámos como projeto final de curso, ao nosso elenco, A Casa de Bernarda Alba de Federico Garcia Lorca, um clássico contemporâneo incontornável, foi o que pensaram os nossos finalistas e quanto a isso não existiu qualquer dúvida. 

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Sinopse
Tudo se passa numa casa peculiar, uma família de mulheres/homens ou mulheres e homens, solitárias(os) controlados por uma tirania, Alba. 

Nota dos formadores
Como formadores, era imperativo estimular a criatividade e ousadia num grupo de trabalho que ao longo do ano 2017/18 passou por tantas e variadas experiências que não seria, de todo, interessante “repor” uma “Casa de Bernarda Alba” não muito diferente de tantas outras, mas sim recontar uma vivência familiar contemporânea sem perder os dogmas instituídos, estimulando relações ambíguas e expondo questões como a ideologia de género como pano de fundo. Assim e desta forma, nasce, renascendo do texto original, Alba.

Formadores: Catarina Gonçalves e João Rosa

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Versão cénica e encenação
João Rosa

Direção de atores
Catarina Gonçalves

Elenco
André Campaniço, Carla Cardoso, Fábio Ramos, Francisca Silva, Joana Mata, José Maria Almeida, José Fonseca, João Senna e Sofia Carvalho.

Dias 7, 8 e 9 de Julho na Comuna Teatro de Pesquisa

Horário
Sábado e Segunda às 21h:00

Domingo às 16h:30

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Laboratório Teatral com o ator Manuel Coelho

De 2 a 13 de Julho 2018

Introdução:
A Oficinas teatro Lisboa lançou ao ator Manuel Coelho o desafio de criar um Laboratório Teatral. Durante duas semanas os participantes irão viver Teatro passando por diversas fases do trabalho base do ator, a desinibição, a improvisação, os jogos de confiança e criação e montagem de uma performance, que será apresentada no último dia de formação, a qual reunirá a aprendizagem de todo o processo formativo. Esta ação é dirigida a todos as pessoas interessadas em aprofundar, reciclar ou até mesmo conhecer os meandros “do fazer e descobrir o teatro”, através dos conhecimentos de um dos atores mais versados no meio artístico. Lembramos que o ator Manuel Coelho está ao serviço do Teatro Nacional D. Maria II há 40 anos.

O ator pretende explorar com os participantes desta aventura num programa desafiador durante duas intensas semanas.

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Programa:
Trabalho de corpo;
Voz;
Improvisação;
Jogos sensoriais.

Objetivos específicos:
O trabalho do corpo, explorar a sua expressividade, o autoconhecimento e a perceção de si e dos outros. A voz, aquecida e trabalhada para transportar intenções e emoções que as palavras pedem ou queremos transmitir. A improvisação e jogos sensoriais têm como objetivo primordial a libertação emocional do indivíduo, a sua disponibilidade para a criatividade, não só a física como a emocional.

No último dia será apresentada uma performance teatral ao público construída durante o processo de trabalho.

Carga Horária:
24 horas – total

Metodologia:
Prática.

Calendarização:
De 2 a 13 de Julho 2018
Segundas, quartas-feiras e sextas das 20h:00 às 22h:00
Terças e quintas das 20h:00 às 23h:00

Número máximo de participantes:
14

Preço da ação:
170,00€

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FÉRIAS DE VERÃO WORKSHOP ARTES PERFORMATIVAS CRIANÇAS E JOVENS

O teatro/Arte está em todo o lado e não somente numa sala de teatro convencional, onde se desenvolve o “teatro”.

Férias de Verão Tapada da ajuda

INSCRIÇÕES ABERTAS VERÃO 2018

O que se pretende nesta acção é usar espaços não convencionais para estímulo da criatividade e a criação de performances relacionadas com o espaço em si, a sua história, mitos e hábitos.

Tal como em edições anteriores realizadas em; tenda de Circo, Teatro da Luz, Palácio da Independência, Museu da Água e Tapada da Ajuda. Este ano uma vez mais pretendemos repetir  a experiência na Tapada da Ajuda.

A Tapada da Ajuda é um Parque Botânico com cerca de 100 ha, no interior da cidade de Lisboa, de reconhecido interesse internacional, no qual se destacam uma Reserva Botânica única (a Reserva Botânica Natural D. António Xavier Pereira Coutinho), onde estão representadas as espécies características do clímax da zona, jardins, arboretos diversos, viveiros florestais, terrenos de cultura e diversas espécies domésticas e silvestres características.

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A arte dramática, imaginação, ideias e sentimentos vão estar na ordem do dia no workshop de artes performativas que, em cada semana de férias apresenta várias etapas artísticas (leitura expressiva, voz, dicção e oralidade, desinibição, expressão corporal). Actividades que encorajam o desejo natural das crianças e jovens para o desenvolvimento da sua personalidade. Tudo isto para explorar na Tapada da Ajuda…

Este Workshop pode ajudar a criança na construção da sua visão do mundo, articulando ideias, experiências e observando diferenças e semelhanças com os outros elementos do grupo; dar forma à expressão de atitudes acerca das tradições e hábitos culturais; exercitar e desenvolver formas de pensamento crítico.

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As actividades performativas podem encorajar o desejo natural das crianças e jovens para o desenvolvimento da sua personalidade, ao mesmo tempo que lhes proporciona oportunidades para explorar uma larga variedade de contextos e situações que os conduzam à construção da sua visão do mundo.

Todos os anos levamos o teatro e as artes performativas para outros palcos, espaços diferentes e interessantes do ponto de vista histórico, cultural e acima de tudo criativo. Durante 5 dias entre as 9:00 e as 18:00 as crianças/jovens irão passar por várias etapas artísticas tendo como pano de fundo a Tapada da Ajuda. Desinibição, dança criativa, jogos pedagógicos, heterogeneidade das idades, interacção entre grupos, criatividade, criação do texto e apresentação são os tópicos a serem abordados e trabalhados durante a semana.

Objectivos:
1. Dinamizar novas experiências, promover e encontrar apetências artísticas,  noções teóricas e práticas das artes performativas, criação de dramaturgia  (texto dramático)apresentação/performance teatral.
2. Usar espaços não convencionais para estímulo da criatividade e a criação de performances relacionadas com o espaço em si, a sua história, mitos e hábitos.

Programa:
As aulas baseiam-se na interacção entre todos os participantes, partindo de algumas estratégias que potenciam o desenvolvimento pessoal. Trabalha-se a voz falada, a respiração, a expressão das emoções e sensações e o desenvolvimento interpessoal, explorando a distinção entre o meu corpo e o do outro, percepcionando as emoções dos outros e através do envolvimento e confiança no grupo. Estuda-se textos e a criação de uma performance final.

Local de Formação:
Instituto Superior de Agronomia, Tapada da Ajuda | 1349-017 Lisboa. Entrada pela Calçada da Tapada. Entre Monsanto e Alcântara (próximo do Largo do Calvário e ao lado da Ponte 25 de Abril).

Horário:
Das 9:00 às 18:00, de segunda a sexta-feira.
Apresentação do trabalho final (performance teatral) às sextas-feiras das 17:00 às 18:00.

Datas:
O workshop tem duração de 5 dias, em que pode escolher de entre as seguintes semanas:

1ª Semana – 25 a 29 de Junho 2018 (Esgotado)

2ª Semana – 2 a 6 de Julho 2018 (Esgotado)

3ª Semana – 9 a 13 de Julho 2018 (Esgotado)

Publico alvo:
Dos 7 aos 16 anos.

Preço:
€ 135,00

 

WORKSHOP LEITURAS ENCENADAS COM O ATOR MANUEL COELHO

Dias 2, 9, 16 e 23 de Junho de 2018

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Neste Workshop vamos explorar as potencialidades da voz e da leitura em voz alta. A partir de um género literário escolhido pelo formador, inicia-se o processo de reavivar o prazer pela leitura e superar a barreira entre ler para nós e ler para os outros. 

A partir da leitura expressiva vamos dar voz e corpo às palavras escritas e perceber a força das palavras ditas e interpretadas.
Palavra na boca, palavra na cabeça e melhorar a escuta.
As Palavras precisam de corpo e os livros precisam de vida.

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Publico alvo:
Estudantes de representação, curiosos, apaixonados pela leitura, simples aventureiros.

Dias: 
2, 9, 16 e 23 de Junho de 2018 (4 sábados)

Horários: 
Das 10h:00 às 13h:00.

Programa:
As sessões iniciam-se com um ligeiro aquecimento vocal, de forma a que no seguimento da sessão se possa usar a voz em qualidade e forma mais livre;

A importância da voz e sua articulação;
Estudo das personagens e suas intenções;
Trabalha-se a palavra, adquirindo voz, corpo e dinâmicas espaciais.

Metodologia:
Essencialmente prática.

Total de horas:
12H.

Preço da ação:
100,00€

O Fim da Espécie Humana

24 JUN 2018 às 18h:00
25 e 26 JUN 2018 às 21h:00

Este ano a nossa proposta teatral insere-se no género teatro do absurdo, do surrealismo, o anti-teatro com influência do expressionismo.

A partir dos nossos devaneios, críticas e inquietudes nasce uma dramaturgia com base num trabalho coletivo, assentando em ideias controversas, resgatando excertos de outros textos criados e trabalhados com este mesmo grupo de trabalho.

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O Fim da Espécie Humana
fala da nossa constante vulnerabilidade, da indiferença emocional, social e ambiental. Fala também do ritmo, principalmente na velocidade dos nossos pensamentos, da vida, da nossa e da dos outros. O medo e a inquietude perante o desconhecido quando se ousa pensar no nada a partir do nada e como a fruição da imaginação pode convergir na lógica e não lógica acerca de nós e do mundo.

Texto: Coletivo
Dramaturgia e encenação: João Rosa
Revisão de textos e direção de atores:
Catarina Gonçalves
Vídeo:
OTLFilmes.

Elenco: Beatriz Esteves, Beatriz Mimoso, Catarina Branco, Diana Franco, Joana Amor, Joana Catalão, Joana Pinto, Leonor Azenha, Luís Barbosa, Maria Sousa, Mariana Amaro, Marta Serôdio, Matilde Sousa, Teresa Coelho e Sara Dionísio. 

Auditório Camões

Rua Almirante Barroso (Picoas – Saldanha – Estefânia)
24 JUN às 18h:00
25 e 26 JUN às 21h:00

Mais informações: geral@oficinasteatrolisboa.com

Workshop À Descoberta do Teatro com o actor Eduardo Frazão

30 de Junho e 1 de Julho 2018

Quer experimentar teatro?
Quer experimentar teatro de uma forma intensiva?
Há anos que adia uma inscrição numa atividade teatral?

Venha descobrir o teatro! Venha descobrir-se!

A oportunidade de descobrir o seu “eu”, expandindo corpo, espírito e mente. Num ambiente lúdico, mágico, partilhando experiências criadas no momento com o coletivo, vai poder descobrir que somos espectadores e atores. Descobrindo o teatro o ser descobre-se humano. O teatro é a arte de nos vermos, a arte de nos vermos, vendo!

Programa:
Expressão corporal;
Autoconhecimento;
Estímulo de todos sentidos;
Incentivo à criação;
Perceção do “eu” e da autoestima;
Métodos que auxiliam a interpretação e representação de emoções.

Metodologia:
Essencialmente prática (física), variando em momentos teóricos e reflexivos.

Faixa etária:
A partir dos 17 anos.

Caracterização do público-alvo:
Qualquer pessoa que sinta vontade de fazer algo diferente, de sair da rotina, viver uma nova aventura e ter consciência do seu ser, do que somos e daquilo que queremos.

Local de formação:
Casa do Artista, Estrada da Pontinha nº7. 1600-582 Lisboa.

Datas:
30 de Junho e 1 de Julho 2018.

Horário:
10h:00 às 18h:00.

Mais Informações

Mundo Distante

Disponível para digressão

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Ficha técnica e artística:

Encenação, versão cénica e desenho de luz: João Rosa
Texto: Nuno Costa Santos

Interpretes: Eduardo Frazão e Manuel Coelho (gentilmente cedido pelo TNDM II)
Letras slam poetry: Pedro FM da Silva
Músicas slam poetry: Gui Garrido
Fotografia cena: Vitorino Coragem
Produção: Oficinas Teatro Lisboa

Sinopse:
Pai e filho, ao passarem os dois para uma situação de desemprego, vão viver juntos para um apartamento barato nos subúrbios, onde podem dividir as despesas. É como se estes dois animais humanos da mesma família tivessem sido obrigados a viver numa gruta pelas circunstâncias da vida. Durante a sua convivência, descobrem diferenças pessoais e geracionais que os afastam. Diferenças em diferentes questões. Os dois animais, até ali amansados pela civilidade, tornam-se macacos à solta e em guerra. Bestas que disputam o mesmo osso. Ao mesmo tempo há um conjunto de ressentimentos antigos que vêm ao de cima nesse processo de disputa territorial, em especial do filho em relação pai, classificado como ausente e negligente na sua função paterna, ao longo dos anos. Um espetáculo sobre dificuldades materiais, cada vez mais extremas, numa situação-limite, e
sobre relações familiares por resolver e não-ditos por verbalizar – e explodir.

Crítica de: Rui Monteiro (TimeOut)
Um Pai grande parte da sua vida ausente e um filho marcado por essa ausência. Juntam-se os dois, por força das circunstancias no mesmo espaço, durante um período razoável de tempo, e é uma tempestade à espera de acontecer. E acontece. Não uma borrasca, súbita e arrasadora e catártica. Antes uma tempestade mansa, urdida em lume brando. A culpa é da crise que destrambelhou a vida a muita gente e ainda não deu descanso a ninguém. Estes dois (Manuel Coelho e Eduardo Frazão), pai e filho no desemprego, não se sabe bem como levados a viver e dividir despesas em casa minúscula e baratucha e distante do centro, depois de se reencontrarem nas redes sociais após longa separação, são um exemplo de algumas das voltas dadas pela sociedade na última década, peneiradas por uma leitura lúcida, embora a dar para o psicanalítico. Os pertences são poucos; a bagagem de culpa e vontade de ajuste de contas, contudo, pesa e determina este texto de Nuno Costa Santos (n. 1974), que, cedo, se torna previsível – o que nem sempre é um defeito. A encenação de João Rosa consegue, a espaços, contornar essa previsibilidade, introduzindo na estrutura de quadros da sua dramaturgia, como uma espécie de coro grego, a musica de Gui Garrido e a poesia “slam” de Pedro FM da Silva: umas vezes como conclusão, outras para forçar a reflexão, lembrando que em cena não está apenas uma história. Está também – formulado, pelo menos – o desejo de enfrentar o presente, observá-lo, desfiá-lo quando necessário, o que é bastante bem transmitido pelo trabalho dos atores. Manuel Coelho e Eduardo Frazão são a mais valia desta produção da Oficinas Teatro Lisboa. Sem a precisão do seu trabalho dificilmente seriam distinguidos os diferentes propósitos e as reais intenções das personagens; mais baço ficaria o subtexto; menos convincente seria a sua disputa física e territorial, isto é, a sua regressão a um estado quase primal, praticamente instintivo, próprio da necessidade de sobrevivência, que é a substancia moral da peça.

Crítica de: Gisela Pissarra (Sábado)
Mundo Distante, em cena na Comuna, com encenação de João Rosa, é uma incursão de Nuno Costa Santos. Conta-se a história de pai (Manuel Coelho) e filho (Eduardo Frazão) – apartados cedo na vida por um divórcio nebuloso -, que vão viver juntos numa altura de desemprego dos dois. São desconhecidos a partilhar espaço, que, por meio de diálogos bem construídos, vão pendurando a sua estranheza entre entrevistas de emprego, bizarrias do mercado de trabalho, memórias do passado, perplexidades do presente, diferenças geracionais e o inevitável embate nascido da mágoa pelo abandono precoce. No meio da conversa corriqueira que, como quem não quer a coisa, desvela crises sociais profundas e o “ar do tempo”, surgem referentes do autor, como a música e a poesia (da excelente slam de Silva O Sentinela, a outros versos) – uma opção que enriquece, de facto, o contexto, dando ao espectáculo certeiros momentos de respiração, meditação e brilho.

Comentário: Jorge Carvalho, espectador atento.
É na vertigem dos dias que conhecemos a intimidade do mundo. Enquanto andamos por aí a procurar qualquer coisa, a querer qualquer coisa, a preencher qualquer coisa, nunca damos por nada. O mundo que queremos próximo é uma fantasia coletiva, uma construção. Mas quando nos desequilibramos, descendemos pelo poço iniciático e aprendemos a intimidade do mundo. É este o “Mundo Distante”, aos olhos deste vosso amigo, onde temos tempo para o nosso tempo. No mundo imposto não há tempo para nada, nem para ninguém – novos ou velhos. E apesar da ilusão, a velocidade aumenta sempre que alguém julga tê-la superado e apanha-nos na curva. Da autoria de Nuno Costa Santos, encenação de João Rosa, com Eduardo Frazão e Manuel Coelho, Mundo Distante não é uma guerra geracional, é uma consciência de que estamos todos do mesmo lado e que somos apanhados por uma avalanche que traz à superfície aquilo que ela tanto tentou esconder. A peça merece mais datas, depois de ter estado na Comuna durante o mês de novembro. A encenação acompanha o despertar da consciência e navega entre as clivagens do tempo, do espaço e entre os limites do cliché, do estereótipo, num truque arriscadíssimo. E é aqui que está a genialidade literária de Nuno Costa Santos. Sem artifícios, só com a realidade, com o grão da terra. As personagens circulam por um cenário que se vai destapando e cobrindo como numa noite mal dormida. A iluminação revela a intimidade das personagens e aproxima-as. A slam poetry leva-nos para fora do cenário e aproxima-se de Ramos Rosa por ir ao osso.
Saí de Mundo Distante com a sensação de que não há nada para dizer. Porque o humor era reconfortante e o choque não era senão a tragédia dos dias comuns.

Comentário: Teresa Correia, espectadora atenta.
Um retrato muito interessante de várias problemáticas do seculo XXI ou até de todos os tempos. Os (novos) modelos familiares, as tensões geracionais e sobretudo os actuais modelos de comunicação (e linguagem) condicionados pelas tecnologias, que inicialmente intimidam o pai para mais à frente na narrativa se render a eles. Toda aquela narrativa poderia estar a acontecer na nossa sala de estar. Belo texto, diálogos no tom e na medida certa e fantásticos actores.

Estreia nacional na Comuna Teatro de Pesquisa (Praça de Espanha) a 3 de Novembro, estando em cena até 26 de Novembro 2017 de Quarta a sábado às 21h:30 e Domingos às 16h:30.

Informações/Reservas:
geral@oficinasteatrolisboa.com | Tel: 934 512 418

Cada criação é uma viagem por vários universos. Mundo Distante centra-se na reflexão, realça questões nos conflitos pessoais e geracionais, usando o desemprego, uma realidade factual e fraturante na sociedade atual, como pano de fundo, ou seja, observar a convivência de duas pessoas do mesmo sangue e seus antagonismos e cumplicidades.

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Esta narrativa centra-se na guerra entre gerações, de pai e filho, que uma economia em desequilíbrio pode gerar, e os segredos as mentiras que se escondem por trás das suas relações. A ideia fulcral deste espetaculo é a incitação a um ensaio, entre dois seres, pai e filho em situação-limite. Estes dois seres no fundo sentem que fazem parte de uma observação que ambos inconscientemente fomentam, mas as situações de partilha na sua convivência retiram-lhes qualquer discernimento. Um espaço reflexivo, primitivo, atual, provocador e presente, levando o espectador numa imersão ao universo destas personagens, construindo uma proximidade gradativa.

Foto cena 3

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AFOGADA NA TUA VERGONHA

Disponível para digressão
Estreia nacional na Comuna Teatro de Pesquisa (Praça de Espanha) a 3 de Março, estando em cena até 19 de Março 2017 de Quarta a sábado às 21h:30 e Domingos às 16h:30.

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Sinopse:
Chegou o momento de conter a respiração e submergir numa espiral de tensão interior de duas mentes distorcidas que se confrontam num universo obsessivo, criando um frenético exercício esquizofrénico. Duas personagens dilacerantes vivem um jogo esquisofrenicamente perverso. São dois seres afogados na vergonha de uma sociedade formatada, sem valores e com valores acrescidos numa economia de consumo, do culto da beleza, dos bens e da aparência. Através deste dissonante acontecimento propomos uma metáfora para refletir, quem somos, o que sentimos, o que nos fazem sentir, a incompreensão e conceito de vida, a luta pela razão, os sentimentos, os conflitos, a depressão, tu, eu… quem é que tem a culpa?

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Nota do encenador:
Uma sociedade que vive, consome e consome-se vorazmente, afogando o discernimento. Vive-se no mundo que todos têm razão, mas ninguém ouve, falam todos ao mesmo tempo, afogando a compreensão. Vive-se o belo, o intenso, o frio, o plástico, o frívolo, que de carne e sangue quase nada tem, padroniza-se uma humanidade na qual emergem incongruências, lacunas e carências. E depois? A depressão, os conflitos, a autodestruição…

Fotos ensaio de imprensa: Carlos Almeida

Dramaturgia e versão cénica: João Rosa | AtoresCatarina Gonçalves e Eduardo Frazão | PerformerAntónio Palma | ProduçãoOficinas Teatro Lisboa.

Nota: A nossa estrutura e o espetáculo não têm qualquer apoio financeiro estatal e privado, contando somente com apoios logísticos de entidades institucionais e privadas.

Informações: 
Tel:­ +351 934 512 418 
E-mail: geral@oficinasteatrolisboa.com
“Só triunfam os que se atrevem a atrever-se.”
 George Clemenceau
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