PRODUÇÕES PROFISSIONAIS

 

11 e 12 de Maio 2016

Palestra
Eu tenho Voz

Fala em público com frequência?
Fica ansioso só de pensar em enfrentar uma plateia ou os seus colegas/colaboradores?
Se pudesse, conscientemente, usar a sua voz a favor da mensagem que pretender transmitir, seria bom?
Não deixe os seus ouvintes adormecerem durante o seu discurso, crie empatia usando uma melhor comunicação.

Sinopse:
A comunicação é uma qualidade extraordinária, mas só é possível, se a transmitirmos bem. A voz tem características físicas e emocionais que usadas em conformidade chega ao ouvido do interlocutor de forma agradável – se for essa a intenção, e assim, cativar, persuadir, apaixonar e até mesmo afastar, odiar e recear. Através da voz podemos transmitir emoções, sejam alegres, nervosas, ansiosas, enraivecidas, eufóricas, sofridas e assertivas. Permite expressar ideias, desejos e também o poder de convencer. Este evento não é só uma palestra, é um espectáculo diferente e interactivo para que, todos experimentem algo com que se identifiquem, espectáculo/sonho sobre o trabalho do actor, como referência para uma postura diferente, desafiante e contagiante com características de palestra, mas sem ser tão aborrecido, um workshop, uma experiência sobre a voz. A nossa voz. O objectivo é consciencializar para a sua importância, conhecer a voz e aceitá-la é uma necessidade. Luminoso, divertido, ruidoso e intenso são alguns adjetivos que caracterizam esta acção.

Criação e interpretação: João Rosa.

Público-alvo:
Consultores, Advogados, Professores, Estudantes, Vendedores e outros profissionais que utilizem a voz na sua actividade profissional.

Local: Auditório Camões
Morada: Rua Almirante Barroso, 25 B. 1050-129 Lisboa
Para reservas ou informações: geral@oficinasteatrolisboa.com | 934 512 418

 

6 de Novembro a 21 de Dezembro de 2014

A VIDA É SONHO
Comuna – Teatro de Pesquisa

Se alguém nos dissesse que tudo o que vivemos até agora foi apenas um sonho, despertando-nos para uma nova vida, acreditávamos? Todos nós sonhamos e queremos viver os nossos sonhos, trocar as nossas vidas pelos nossos sonhos. Mas até que ponto estaremos nós prontos para considerar toda a nossa experiência real um sonho? Transformar todo um passado em sonho parece ser um cenário ideal para aqueles que sempre viveram na escuridão.

É o caso de Segismundo, protagonista de A Vida é Sonho. Viveu toda a sua infância e juventude clausurado numa torre, sem contacto algum com o mundo em seu redor, a mando do seu pai, o rei Basílio.

Anos depois, Segismundo acorda numa nova realidade, e é-lhe dito que toda a sua vida até então não passou de apenas um sonho. O sonho aqui explorado é um exercício de poder, de cativeiro, de tortura, de escravidão psicológica, de liberdade e de perdão. Segundo Platão, o homem vive num mundo de sonhos, de escuridão, cativo numa cova da qual só poderá se libertar tendendo para o bem.
Texto: Pedro Calderón de La Barca.
Dramaturgia, cenografia, desenho de luz e versão cénica: João Rosa.

Interpretação: Catarina Gonçalves, Eduardo Frazão e João Rosa.

Performers/actores: Carlos Gaudêncio, Ítalo Buzeli e Vasco Peres.

Música: António Bastos.
Apoio à cenografia e figurino: Marisa Ribeiro.

2013/2014/2015

GALGAR COM TUDO POR CIMA DE TUDO
Comuna – Teatro de Pesquisa (Lisboa)
Rivoli Teatro Municipal (Porto)
Teatro Sá da Bandeira (Santarém)
Teatro da Trindade (Lisboa)

O texto Galgar com tudo por cima de tudo é composto essencialmente pela Ode Triunfal, constituída por 240 versos em estilo livre e publicada no primeiro número da revista Orpheu, em 1915, órgão oficial do movimento modernista português.

O mecânico, engenheiro ou o poeta é tomado por uma personagem à procura de si mesmo no seu mais íntimo desejo de poder exprimir-se. Na verdade essa personagem é uma mulher e não um homem, como se poderia imaginar. Ofélia, uma mulher que germina de um desejo lascivo e de um conflito interior, encontra satisfação nas máquinas da fábrica, onde usa o seu lado sensual e sexual. Uma alma perdida proveniente das metamorfoses a que foi sujeita. Podia ser a alma de cada um de nós.

O espectáculo Galgar com tudo por cima de tudo, criado e encenado por João Rosa surgiu com o intuito de assinalar os 125 anos do nascimento de Fernando Pessoa. Trata-se de uma proposta que demonstra ser possível ir para além do imaginário, na procura de novas formas de colocar em palco as palavras, as personalidades e a essência de Fernando Pessoa. O encenador encontrou Ofélia, uma mulher que se exprime de forma bruta, crua, lasciva que encontra satisfação nas máquinas, na fábrica onde usa o seu lado sensual e sexual. «À dolorosa luz das grandes lâmpadas da fábrica» a personagem da peça vagueia em sobressaltos e sonhos febris. Uma peça que representa um autor inigualável da língua portuguesa um texto extraordinariamente contemporâneo e intenso, que pretende mostrar ao público uma abordagem diferente, dinâmica e mais apelativa de um dos grandes nomes da literatura/poesia portuguesa. A partir da Ode Triunfal, Opiário, Ode Marítima, Isto, Ode Marcial e Apostila entra-se no universo Pessoano.

Um espectáculo que celebra o Poeta e as suas metamorfoses à procura de si mesmo nas expressões dos sonhos, dos desejos e das vontade que a alma de cada um abriga.

Ficha artística e técnica

Texto: Fernando Pessoa e Álvaro de Campos

Dramaturgia, encenação, cenografia, figurino e luz: João Rosa

Interpretação: Catarina Gonçalves

Voz Off: João Rosa

Produção: Oficinas Teatro Lisboa

Classificação etária: M/12

15 de Novembro a 2 de Dezembro de 2012

ODE MARÍTIMA
Auditório Camões

Ode Marítima é um dos poemas mais marcantes do heterónimo de Fernando Pessoa, Álvaro de Campos. Este expressa as suas ideias de força e agressividade, tão marcantes no período futurista e sensacionista. Ode Marítima é prova máxima do poder da imaginação do homem mas é também prova máxima de quão efémero é esse poder. Depois de tudo, depois da exaltação, da fúria, da descoberta e de ser tudo, há o regresso frio do corpo e a saída do sonho para a realidade de todos os dias, a realidade real, o lado de fora do sonho.

Criação e versão cénica: João Rosa
Texto: Álvaro de Campos
Videoarte: Ruben Sousa
Estética visual: Ricardo Campos
Desenho luz e som: João Lacueva
Luzes: José Alvega
Elenco: Artur Assunção, Delfina Costa, Helena Duarte, João Pires Silva e Lurdes Vinagre.

 

10 a 25 Novembro 2011 e de 9 a 16 Dezembro 2011

O CRIME DA ALDEIA VELHA
Palácio da Independência

Esta história é baseada num caso real sobre o linchamento de uma mulher, supostamente possuída pelo demónio, ocorrido durante os anos 30 em Marco de Canaveses. Publicada em 1959, a obra de Bernardo Santareno coloca questões sobre o papel da religião e o seu impacto na humanidade, e foi interpretada na altura como um desafio ao regime fascista e às posições da Igreja Católica.

Joana vive em Aldeia Velha e é a rapariga mais bonita da terra, despertando sentimentos fortes em todos os habitantes da aldeia. Grandes paixões nos rapazes, que disputam o seu amor por vezes com violência e grande inveja nas outras mulheres. Acusam-na de estar possuída pelo demónio e trazer as desgraças para as suas vidas. Nessa mesma altura, chega um novo padre à aldeia, que decide defender Joana das acusações que lhe são feitas e enfrentar as mulheres, incluindo a sua própria mãe.

Em Setembro de 2007, um grupo de pessoas com mais de 55 anos iniciou com o encenador João Rosa uma aventura nova nas suas vidas: ser actor.  Foi um desafio bem sucedido que os levou a já contarem com outras experiências, cada vez mais exigentes. Constituíram-se como um grupo informal a que chamaram A Velha Escola.

Versão Cénica: João Rosa

Elenco: Artur Assunção, Conceição Lopes, Delfina Costa, Lurdes Vinagre, Manuela Martins, Helena Duarte, Júlia Catita, João Pires Silva, Tina Pedrosa

Participação especial: Coro audite nova de Lisboa

2010

A CASA DE BERNARDA ALBA
Palácio da Independência

A Casa de Bernarda Alba aborda uma personagem forte e fanática, que impõe uma disciplina muito rígida a todas as mulheres da casa. Depois da morte de seu segundo marido, Bernarda Alba obriga suas filhas a viver numa rigorosa reclusão, por um período de oito anos de luto. Neste ambiente, duas personagens, Adela e Maria Josefa, se destacam pela rebeldia, pois não aceitam o domínio de Bernarda. Representam duas gerações distintas, a avó e a neta, que movidas pela necessidade de se libertar tentam romper com as normas estabelecidas para alcançar a felicidade, que está além dos muros da casa.

Texto: Federico Garcia Lorca

Versão Cénica: João Rosa

Maestrina: Clara Correia

Coro: Audite Nova Lisboa

Elenco: Ângela Pinto, Paula Guedes, Manuela Cassola, Delfina Cruz, Catarina Gonçalves, Margarida Cardeal, Ana Moreira, Raquel Dias, Maria Zamora, e Delfina Costa.

3 a 19 de Dezembro de 2009

O CAFÉ
Teatrocinearte A BARRACA

Ponto de observação social, espaço para comércios, tudo começa no café que se vende. É um negócio a funcionar como um observatório, ponto de concentração a cada momento das “intrigas” e informações em circulação e desenvolvimento. É o reflexo de um estádio de desenvolvimento embrionário que confronta modernos valores oficinais e éticos, e os vícios boémios do mundo herdado. Jogo e mulheres, vida improdutiva com manias aristocratas e ainda “candidatos”…

Este trabalho nasceu do interesse de adaptar um texto setecentista numa história igual a tantas outras dos tempos actuais. Uma critica social com humor, despertando no público a esperança, perdão e honestidade. O bem e mal estão muito bem delineados por dois personagens, um que pretende e é honesto ajudando o próximo e o outro criando artimanhas e contra-informação ou não fosse um candidato…

Texto: Carlo Goldoni

Elenco: Artur Assunção, Delfina Costa, Helena Duarte, João Pires Silva, Lurdes Vinagre, Manuela Meireles e Manuel Maduro.

Dramaturgia: Lurdes Vinagre e João Rosa

Encenação: João Rosa

Assistência e direcção de cena: Catarina Gonçalves

Iluminação: Bruno Duarte

Cenografia: Azulino Marques

Fotografia: João Torres

Apoio cénico/Logístico: Pedro Santana

 

2006/07

ANTES DE COMEÇAR
Auditório Colégio São Vicente Paulo
Auditório da Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva

Duas bonecas, despertam para a realidade de que ambas podem falar, mexer, recordar, pensar e… sentir. Já não são apenas dois objectos por detrás de um pano que se levanta para encher o universo de um grupo de crianças, mas sim dois seres que sofrem com a sua própria realidade. São dois corações de trapo (ou não), capazes de serem fortes, tímidos, sonhadores, melancólicos, nostálgicos… e acima de tudo, capazes de decifrar o que demais básico e importante existe na vida:  Todo um infinito que o coração pode conter.

É uma estória, que mostra que o sentimento pode atingir uma amplitude muito maior, para além do limite humano. E será que o homem é capaz de ir também a esse limite, ou será a sua cabeça maior que o coração?

Texto: Almada Negreiros
Encenação: João Rosa
Interpretação: Catarina Gonçalves e João Rosa.

2006

DESASSOSSEGO
Estreou no Auditório do IPJ Parque das Nações

Digressão (Agosto a Novembro):

Corvos à Nogueira (Viseu); Orfeão de Leiria (Leiria); EPAC Espaço Público de Actividades Culturais (Azambuja); Teatro-Cine da Covilhã (Covilhã); Centro Cultural de Lagos (Lagos); Cine-Teatro de Benavente (Benavente);

Auditório do Instituto Politécnico de Beja (Beja); Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre (Portalegre) Novembro no luísa Todi (Setubal); Cine-Teatro São João (Entroncamento); Ateneu Artístico Vilafranquense (Vila Franca de Xira); Cine-Teatro de São Pedro (Abrantes).

Três personagens dão vida a uma série de acontecimentos e peripécias confusas, criando-se um relato teatral sexual que usa uma linguagem gritante… Um enredo divertido abordando as relações amorosas através de conflitos de orientação sexual e até existenciais! Um triângulo amoroso interessante dentro de um apartamento… Duas mulheres e um homem… A Teresa que ama e odeia ao mesmo tempo o homem… Coisas, do passado! … A outra, a Célia já teve um relacionamento com o mesmo, mas não sentiu nem sente nada por ele… No entanto ela não sabe o que sente pela Teresa! … O Manel, que é o passado de ambas, esse é… Um pouco egoísta, demasiado distraído, em suma não se interessa pelos pormenores de uma relação.

Texto: João Rosa e Catarina Gonçalves
Encenação: João Rosa
Interpretação: Catarina Gonçalves, Daniela Faria, João Rosa e Sara Aleixo.

17 a 26 de Novembro 2005

E SEXO?! … NÃO SE FALA DE SEXO
Teatro da Trindade

Três mulheres falam basicamente mas não propriamente para um público masculino, tentando explicar e desmistificar a ciência (ou talvez não) de como funcionam realmente as mulheres. Três cadeiras, três mulheres e um palco nu são o suficiente para dar vida a esta performance sedutora, onde as palavras e a expressão são elementos fundamentais para ilustrar algumas histórias do quotidiano feminino e até mesmo do masculino.

Texto: Isabel Stilwell
Encenação: João Rosa
Interpretação: Catarina Gonçalves, Sara Aleixo e Sara Porta Nova.

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